A pergunta que todo plano de ação recebe
Todo diretor faz a mesma pergunta quando vê um plano de ação: e se a gente não fizer esse item?
Na planilha, a resposta chega dias depois, já fora da reunião. No simulador da Viavero, o copiloto responde na hora: você desliga a alavanca e ele devolve o cenário comparado, com ganho recorrente, ganho de caixa único, cobertura do impacto e VPL de dez anos, além da diferença de cada linha e da leitura do que mudou.
Um exemplo: tirar a reprecificação dos itens subprecificados
| Indicador | Sem a ação |
|---|---|
| Ganho recorrente | cerca de R$ 919 mil a menos por ano |
| Ganho de caixa único | não se move |
| Cobertura do impacto | cai de 1,78x para 1,01x |
Tirar a reprecificação custa cerca de R$ 919 mil de ganho recorrente ao ano. O caixa único não se move, porque é uma ação de margem, e não de fluxo. A cobertura cai de 1,78x para 1,01x: o plano continua neutralizando o impacto, mas sem nenhuma folga.
O que sustenta cada parte do número
Essa é a conversa que interessa. Não o número final, e sim o que sustenta cada parte dele, inclusive os 30 itens que ficaram declaradamente fora do modelo e são impressos junto com o resultado. Um resultado que esconde o que não calculou não ajuda a decidir.
Onde começamos
Começamos por autopeças, onde o erro aparece mais rápido. A lógica serve a qualquer operação com carteira extensa e margem curta.
Para ver como isso funciona na sua operação, rode a conta na curva A e converse com a gente: montamos a primeira simulação juntos. Veja também o exemplo de uma peça, do custo à margem e a página de gestão financeira.